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Guilherme Braga, gaúcho, 25 anos; professor de inglês há sete e tradutor (também de inglês) há dois. Minha paixão por línguas se deve à literatura, que é o ramo tradutório que mais me interessa. O interesse pelo húngaro, especificamente, surgiu quando comprei a “Antologia do Conto Húngaro”, traduzida pelo Paulo Rónai. Foi tiro e queda. A partir dali, comecei a procurar mais material traduzido, mas, infelizmente, não há muita coisa em português. A solução foi começar a estudar a língua, o que culminou na bolsa que ganhei para estudar aqui em Budapeste até junho de 2007.

Traduções na área de literatura, até o momento (todas do inglês):

DOYLE, Arthur Conan. Os Seis Bustos de Napoleão e outras Histórias. L&PM Pocket.

JONES, Gerard. Homens do Amanhã. Conrad Editora.

JAMES, Henry. A Volta do Parafuso. L&PM Pocket (no prelo). Traduzido na Oficina de Tradução Literária da Profa. Dra. Beatriz Viégas-Faria (curso de extensão da Faculdade de Letras da PUCRS).

Há outros trabalhos atualmente em progresso, mas até que eu assine os respectivos contratos de tradução, prefiro não inclui-los aqui na lista.

Trabalhos em outras áreas e línguas:

Diversas traduções técnicas para grandes empresas nacionais e multinacionais (através de agência), especialmente contratos, documentos e artigos sobre patentes, exploração petrolífera e documentação sobre segurança, saúde e meio ambiente (HSE).

Revisão da legendagem dos filmes Vergonha e A Hora do Lobo, de Ingmar Bergman, a partir do áudio sueco, para a Drei Marc.

Experiência como professor:

Professor do Instituto Cultural Brasileiro Norte-Americano – ICBNA (Porto Alegre) com mais de 2000 horas de experiência em sala de aula.

Contato:

Para discutir propostas de serviço, escreve para o guizomail[arroba]gmail.com que te respondo com a maior presteza.

7 Respostas para “Quem diabos sou eu”

  1. Marcello M. Marcelino disse

    Guilherme,

    Parabéns pela iniciativa do blog! Há tempos me prometo criar o meu. Mas sou tímido.
    Lhe conheço da comunidade de tradutores do Orkut. Onde raramente apareço. Como falei, sou tímido. Mas leio os posts todos os dias, várias. vezes.
    Já lia e gostava de seus comentáros na comunidade. Parece que agora, esse blog vai ser minha parada frequente. Assim como outros, acredito.
    Interessante vc gostar de uma literatura e simplesmente ir aprender a língua, para ler no original. Mais uma vez, parabéns! Haja paixão, disposição e curiosidade.
    Agora, me dá licença que vou reler sua tradução.
    Abraço,
    Marcello M. Marcelino
    P.S- Aqui na Inglaterra faz um frio e é húmido como o cão. Pelo menos para mim. Como andam as coisas por aí: “Credo, um estranho me perguntando isso?”
    P.SII- Gostei do lay out do blog. Me pareceu minimalista e elegante. Talvez um seja sinônimo do outro.

  2. Gabe Bokor disse

    Oi,

    Um amigo, Danilo Nogueira, me chamou a atenção ao seu site. Sou brasileiro naturalizado, nascido na Hungria e atualmente morando nos EUA. Aliás, aprendi o português em Porto Alegre onde cheguei em 1957.

    Se lhe interessa a literatura húngara, recomendo que leia Az Ember Tragédiája, de Imre Madách, traduzido para o português por Paulo Rónai, de saudosa memória, que cheguei a conhecer pessoalmente. A tradução dele deixa a desejar, e talvez você tenha mais êxito com essa obra extraordinária.

    Também lhe recomendo que visite o meu Translation Journal (http://translationjournal.net) (não que o compare com o Ember Tragédiája). Ficaria honrado se você pudesse mandar um artigo sobre sua experiência com o idioma húngaro para o TJ.

    Um abraço,

    Gabe Bokor

  3. Zsuzsanna disse

    O mundo é pequeno e dá voltas. Também sou imigrante húngara, morando no Brasil desde os 8 anos de idade. Também sou professora e tradutora de inglês. Também estou estudando Paulo Rónai e analisando suas traduções húngaro > português e vice versa. Estou curiosa sobre seu progresso com o aprendizado do húngaro, conhecer suas dificuldades, etc. Este ponto faz parte de minha pesquisa para a tese de mestrado. Gostaria de receber seu e-mail para contato.
    Szia,
    Zsuzsanna

  4. Prezado Guilherme,

    Navegando pela Internet à procura de um site direcionado ao aprendizado da língua húngara, eparei-me com a sua página, razão deste e-mail, para parabenizá-lo pelo esforço, dedicação e êxito obtido nesta projeto de aprender a linguagem húngara.

    Tenho a intenção de aprender a língua pois descendo de avós paternos húngaros que saíram deste País no início do século XX, da localidade denominada Karawukowa na Hungria para o Brasil. Pretendo voltar às origens, inclusive pela cidadania, mas tenho encontrado uma enorme dificuldade quanto à língua húngara. Foi um prazer e grande satisfação saber que você conseguiu este feito.

    Atenciosamente,

    Lúcio Orlando Elbl

  5. Betina disse

    Guilherme

    Soube da tua bolsa e prêmio pela Beatriz, que está super orgulhosa do teu trabalho, e muito contente por ti.
    Estou fazendo o curso dela este an na PUCRS. Sou médica psiquiatra, e adoro as terras da literatura (e, agora, da tradução literária. Estou atualmente traduzindo um livro italiano que, por coincidência, cita um autor húngaro, Sandór Marái. Li a tradução em inglês (Conversations in Bolzano). Se tiveres oportunidade, lê este livro em húngaro, a obra é sensacional!

    Bom, parabéns pela conquista!
    abraço,
    Betina

  6. Roberto Éber Marchi disse

    Guilherme:
    Parabéns: o húngaro é difícil.
    Tive avós húngaros que vieram de Arad. A língua me é familiar, mas não a domino. Ensine-me o caminho das pedras para eu poder ler em húngaro !
    Obrigado
    Roberto

  7. Marcello M. Marcelino disse

    Depois de quase um ano após o primeiro comentário… gone to my favourites.
    Congrats once again!

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